01 Março 2009
Inspire-se! Com Promethean
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Domingo, Março 01, 2009
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09 Janeiro 2009
Curso de Especialização em Mediação de Conflitos em Contexto Escolar (Edição 2009)
Já está disponível no blogue Mediadores Na Escola a apresentação do Curso de Especialização em Mediação de Conflitos em Contexto Escolar (Edição 2009), promovido pela Universidade Lusófona do Porto.
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Sexta-feira, Janeiro 09, 2009
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18 Dezembro 2008
Ofender e ser ofendido... na escola
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Quinta-feira, Dezembro 18, 2008
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29 Outubro 2008
O que nós queremos para os nossos filhos
Num sistema educativo em completa transformação, em mudanças profundas, onde a instabilidade e a agitação deambulam pelas salas e corredores das escolas, os pais, os professores, os órgãos de gestão, as várias instituições e o governo devem procurar a causa principal, os objectivos fundamentais, que nos devem unir: os nossos filhos!
E há mensagens que todos devemos ler, ver, ouvir, pensar e debater.
Neste vídeo, intitulado ‘Creating Great Schools — Together’ (Criar escolas maravilhosas - Juntos), uma mãe, Heidi Hass Gable, com palavras simples e com imensa empatia, chama-nos a atenção para as coisas mais importantes da vida, e deixa-nos uma questão no ar: "O que é que TU farás hoje?"
E é nesta altura que professores, pais, órgãos de gestão e instituições educativas devem envidar todos os esforços, porque "Os nossos filhos merecem-no! Não merecem menos do que isso!"
(A legendagem foi realizada com o Overstream It!)
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Quarta-feira, Outubro 29, 2008
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19 Julho 2008
E o dia amanheceu em paz...
VaLsInHa
Um dia ele chegou tão diferente
Do seu jeito de sempre chegar
Olhou-a dum jeito muito mais quente
Do que sempre costumava olhar
E não maldisse a vida tanto
Quanto era seu jeito de sempre falar
E nem deixou-a só num canto
Pra seu grande espanto
Convidou-a pra rodar
Então ela se fez bonita
Como há muito tempo não queria ousar
Com seu vestido decotado
Cheirando a guardado de tanto esperar
Depois os dois deram-se os braços
Como há muito tempo não se usava dar
E cheios de ternura e graça
Foram para a praça
E começaram a se abraçar
E ali dançaram tanta dança
Que a vizinhança toda despertou
E foi tanta felicidade
Que toda a cidade se iluminou
E foram tantos beijos loucos
Tantos gritos roucos
Como não se ouvia mais
Que o mundo compreendeu
E o dia amanheceu em paz
Chico Buarque de Hollanda e Vinícius de Moraes
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Sábado, Julho 19, 2008
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29 Maio 2008
Mediação de Conflitos: encontro com Marinés Suares
Vai decorrer, no Fórum Cultural de Ermesinde, no próximo dia 2 de Junho 2008, pelas 14.30 horas, uma palestra sobre Mediação de Conflitos, com a presença de Marinés Suares.A organização do evento está a cargo da Câmara Municipal de Valongo (Agência para a Vida Local e do Grupo de Trabalho

avl@cmvalongo.net
ou através do fax: 22 973 15 85
a um Certificado de Presença.
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Quinta-feira, Maio 29, 2008
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11 Março 2008
Falamos depois...
"Si je réprime ce qu'il faudrait que j'exprime, je déprime!" Esta belíssima frase proferida por Thomas D'Ansembourg, neste excerto do vídeo abaixo, retrata, de facto, o perigo da contenção dos nossos sentimentos e necessidades: "se reprimir o que deveria exprimir, deprimo". Porém, se exprimo os meus sentimentos e necessidades da pior forma, também corro o risco de magoar e de sofrer...
É fundamental encontrarmos, então, o espaço de REENCONTRO connosco próprios, antes de dizer umas "boas verdades" ao(à) nosso(a) companheiro ou companheira. Precisamos de mergulhar nos "lençóis freáticos" das nossas necessidades e dos nossos sentimentos, identificá-los e exprimi-los correctamente, com um vocabulário claro e bem explícito...
Ainda temos muito para aprender! É difícil aprender um novo idioma, a "língua dos sentimentos e das necessidades"? É, sim, mas vale mesmo a pena...
para a resolução do conflito
dentro do casal, estando eu nele envolvido?
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Terça-feira, Março 11, 2008
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09 Março 2008
Um dia histórico na Educação em Portugal
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Domingo, Março 09, 2008
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04 Março 2008
Transumâncias
Este ano probatório de "ainda-aluno-e-já-professor", em 1992/93, veio, finalmente, confirmar as minhas opções e o meu trajecto de vida pessoal e profissional.
Ingressei orgulhosamente na carreira docente! Senti uma enorme felicidade, não só por ter atingido uma das etapas que me tinha proposto atingir, mas, sobretudo, por poder realizar o sonho de ser Professor!
Ainda me lembro da minha primeira clássica pasta de fole em cabedal; ainda me lembro do meu Golf em segunda mão; ainda me lembro dos nervosos primeiros instantes e os que lhes seguiram, diante dos "meus primeiros alunos"! Confiaram-me a minha "primeira orquestra" desafinada! Magnífico Allegro!
Embora nunca me tivessem falado sobre o manual do professor transumante, rapidamente tomei consciência das dificuldades inerentes aos longos e penosos trajectos a percorrer para me deslocar para junto dos meus "rebanhos"... Comecei em Sever do Vouga, passei por Paços de Ferreira, Castelo de
Nesta permanente vida nómada, anos e anos a fio, sinto-me um guardador de rebanhos, um peregrino, um viajante. Nos trajectos com mais de 100 quilómetros diários, de ida e volta, os meus pensamento vagueiam ao sabor da natureza por entre montes e vales...
Severino Pallaruelo Campo, um professor de História e Geografia espanhol, autor do livro Pirineos, Tristes Montes, ilustra este sentimento no contacto com as terras e as gentes: «O homem e os seus rebanhos caminham ao ritmo dos ciclos da natureza; não procuram modificar o clima nem em conseguir elevados níveis de rentabilidade através da aquisição de complexas e dispendiosas tecnologias; modelam a paisagem com técnicas simples e efectivas, adaptam-se ao curso sucessivo das estações. Vivem em harmonia com o meio ambiente e não têm necessidade de violentar a natureza para sobreviver; basta-lhes acariciá-la, e submeter-se ao ritmo que ela própria lhes impõe.»
Apesar das longas e por vezes dolorosas distâncias, ia, vinha e permanecia nas escolas por onde passei com enorme satisfação e motivação. Sentia a alegria de ensinar e procurava transmitir e promover o prazer de aprender...
Soube inovar e desenvolver valiosos projectos nas escolas, tanto junto dos meus colegas como na sala de aula com os meus alunos.
Lutei por melhores condições de trabalho, elaborando candidaturas para financiamento para projectos e criando novos espaços de criação, partilha e colaboração, onde professores e alunos pudessem ter acesso às novas tecnologias para melhorar o processo de ensino e aprendizagem.
Lancei desafios a mim próprio e à comunidade escolar, orientei centenas de professores em cursos, seminários, círculos de estudos, oficinas de formação... Estabeleci parcerias com empresas, instituições e individualidades, no sentido de trazer à escola novas dinâmicas e formas inovadoras de participação da comunidade-escola.
Fui sentindo um gradual crescimento da motivação, da satisfação e do bem-estar na escola, tanto de professores, dos pais e encarregados de educação como dos alunos. Senti-me cada vez mais responsável e comprometido com as lideranças que ia assumindo, exigindo de mim um esforço cada vez mais exigente e árduo. Acreditei nos valores e nos princípios mais humanos; nas necessidades e interesses dos que me rodeavam; perturbei com ousadia, algumas vezes, algum status quo, padrões e normas que inviabilizavam o avanço, o progresso necessários para a criação de uma nova escola voltada para o sucesso, a inovação e o empreendedorismo.
Criei clubes de jornalismo; assumi a edição e editoriais de jornais escolares com equipas de alunos e professores; fui colaborador e promotor de publicações, eventos, projectos múltiplos.
Dominado constantemente por fortes crenças optimistas, com objectivos morais sólidos, compreendi, desde cedo, que o processo de mudança era urgente, pelo que procurei construir relações com os órgãos de gestão, funcionários, pais e encarregados de educação e alunos; acreditei que o conhecimento só poderia ser construído em conjunto, na interacção, na partilha e na colaboração. Muitas vezes, senti a necessidade de perturbar o sistema em que me inseria, convicto que as minhas aspirações produziriam efeitos positivos nas acções e nas relações interpessoais. Procurei ser coerente e apelei aos outros o mesmo. Não suporto a incongruência!
Hoje, vejo os meus colegas, as escolas a recuar naquele processo que fomos construindo esforçadamente! Rostos esbatidos, figuras derreadas pelo peso insustentável da coerção, do desprezo e do desrespeito... O pessimismo abateu-se sobre as escolas, a Educação em Portugal.
As vozes rasgam lamentos e negras profecias!
Não foi esta a Educação que sonhei! Quando se esquece e despreza os valores e os princípios humanos mais elevados não é onde desejo ESTAR! Não é neste Sistema de Ensino que desejo permanecer! Não quero ser o responsável pela desumanização e pelo atropelamento da dignidade, dos afectos, do amor, do riso, da alegria, da tolerância, do reconhecimento, da justiça, necessidades e desejos das nossas crianças, jovens, pais e colegas...
O
A Escola é o primeiro e o último lugar onde mais desejo estar para exercer com alegria uma das mais belas profissões do mundo: PROFESSOR
Passo a aplicar a linguagem da Comunicação Não violenta:
Perante a agitação, o conflito (observação), sinto-me frustrado, triste e indignado (sentimento), porque preciso de encontrar paz, serenidade e bem-estar nas nossas escolas (necessidade), pelo que formulo um apelo àqueles que podem devolver à Educação, aos Professores, aos Alunos e Pais, à sociedade Portuguesa esta harmonia tão necessária às actuais e futuras gerações: será possível deixar-nos fazer o que melhor sabemos, ou seja, aprender e ensinar? (pedido)
João Lobo Antunes, programa Prós e Contras, RTP1, 03 de Março 2008
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Terça-feira, Março 04, 2008
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22 Janeiro 2008
Apelo à leitura: read it!
Há imensas formas criativas de apelar à importância da leitura. O Plano Nacional de Leitura ainda não tinha pensado nesta paródia original e divertida de promover este bom hábito para a construção do conhecimento... Os livros são conhecimento e conhecimento é poder!
You're strapped for cash but you don't have to fear.
Library card will make them books appear.
The vocab in your mind make the words really clear.
So read it, just read it.
You better run, you better choose what you like.
When you read imagination comes to life.
Judging by a cover means you lose insight.
So read it--but you wanna be bad!
Just read it, read it, read it, read it.
Ignorance is eas'ly treated.
Out in the sunshine, in the moonlight.
Books equal knowledge and knowledge is might.
Just read it, read it.
Just read it, read it.
Just read it, read it.
Just read it, read it.
Almost time for Simpsons better read while you can.
Afraid of reading books, you ain't no macho man.
Judy Blume or Harry Potter defy the ban.
So read it, just read it.
You have to show them that you're really not scared.
You'll read a Stephen King book on a double dare.
Amazon, Half-dot-com or find a book fair.
So read it--but you wanna be bad!
Just read it, read it, read it, read it.
Ignorance can be defeated.
Out in the sunshine in the moonlight.
Books equal knowledge and knowledge is might.
Just read it, read it, read it, read it.
Ignorance is eas'ly treated.
Out in the sunshine in the moonlight.
Books equal knowledge and knowledge is might.
Just read it, read it, read it, read it.
Ignorance can be defeated.
Out in the sunshine in the moonlight.
Books equal knowledge and knowledge is might.
Just read it, read it.
Read it, read it, read it.
Just read it, read it, read it, read it.
Ignorance is eas'ly treated.
Out in the sunshine in the moonlight.
Books equal knowledge and knowledge is might.
Just read it, read it, read it, read it.
Ignorance can be defeated.
Out in the sunshine in the moonlight.
Books equal knowledge and knowledge is might.
Just beat it, beat it, beat it, beat it.
Ignorance is eas'ly treated.
Just read it, read it.
read it, read it, read it.
Just read it, read it, read it, read it.
Ignorance can be defeated.
Out in the sunshine in the moonlight.
Books equal knowledge and knowledge is might.
Just read it, read it, read it, read it
Ignorance is eas'ly treated
Out in the sunshine in the moonlight
Books equal knowledge and knowledge is might
Just read it, read it, read it, read it
Ignorance can be defeated
Out in the sunshine in the moonlight
Books equal knowledge and knowledge is might
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Terça-feira, Janeiro 22, 2008
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20 Janeiro 2008
APELO PARA UMA DISCUSSÃO PÚBLICA ALARGADA DO MODELO DE GESTÃO DAS ESCOLAS PÚBLICAS
Petição on-line
Assine e divulgue o
APELO PARA UMA DISCUSSÃO PÚBLICA ALARGADA DO MODELO DE GESTÃO DAS ESCOLAS PÚBLICAS
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Domingo, Janeiro 20, 2008
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04 Janeiro 2008
4ª Conferência Mundial sobre Violência nas Escolas e as Políticas Públicas
LISBON. Portugal
Esta Conferência Internacional, que decorrerá na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa, está integrada no plano de actividades do Observatório Europeu de Violência na Escola (www.ijvs.org), bem como de outros parceiros de outros países.
O Observatório Europeu organizou com êxito a 1ª conferência em Paris (2001), a 2ª conferência na cidade do Québec (2003) e a 3ª conferência em Bordéus (2006).
Estas Conferências Internacionais têm mobilizado uma ampla rede internacional de investigadores de diversas disciplinas científicas e instituições relacionadas com o estudo e projectos de intervenção da violência no meio escolar.
O título e tópico central da conferência será “Violência nas Escolas: a Violência em Contexto?”
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Sexta-feira, Janeiro 04, 2008
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12 Dezembro 2007
Especialização em Mediação de Conflitos em Contexto Escolar
Data das Inscrições: até ao dia 1 de Fevereiro/2008.
Calendário do curso: 12 de Fevereiro a 13 de Março/2008.
Duração: 60 horas
Nº de participantes: 25
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Quarta-feira, Dezembro 12, 2007
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Cidadania e Segurança
Este novo módulo deve ser trabalhado em cinco aulas de 90 minutos, visando assegurar a todas as crianças, num determinado momento do seu percurso escolar, o contacto com as temáticas básicas da segurança e da não violência.
"Tendo como referência os direitos fundamentais e os recíprocos deveres que lhes são inerentes, o módulo encontra-se organizado em torno de três temas:
- ”Viver com os outros”,
- “As situações de conflito e a violência"
- “Comportamentos específicos de segurança”.
- promover a compreensão da importância do valor da relação com os outros e da construção de regras de convivência na escola e na sociedade;
- aumentar a capacidade para a resolução de situações de conflito de forma não violenta;
- promover competências para agir adequadamente face à agressão;
- desenvolver a capacidade de identificação de comportamentos de risco e incentivar atitudes de prevenção;
- desenvolver uma cultura de segurança e capacitar para a auto-protecção.
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Quarta-feira, Dezembro 12, 2007
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13 Novembro 2007
O que é um BOM PROFESSOR?
Tenho imensos "textos escritos na minha mente" e desejaria encontrar o momento certo para os colocar neste lugar. São vivências, observações, sentimentos e necessidades que se vão acumulando e precisam de ser partilhadas.
Hoje, por imperiosa necessidade, gostaria de vos falar de um professor. São muitos os motivos que me impelem a falar dele, mas que não irei aqui explorar, tendo em conta que servirá apenas de leitmotiv para a questão que levanto no título: o que é um bom professor, afinal?
Já ouviram falar em Ron Clark, o famoso "America's Educator"? Talvez não... Tive o privilégio de assistir pessoalmente, em Londres, há poucas semanas, ao seu próprio relato como professor e não deixei de pensar em todo o meu percurso, em todos os meus alunos, em todas as relações que estabeleci pelas várias escolas por que passei...
Ora, o que faz dele um professor tão especial, único? Adorado por uns, polémico ou louco para outros, a verdade é que Ron deixa um rasto de energia, de alegria e entusiasmo, celebrando uma das mais belas profissões do mundo (se não a mais bela!).
Hoje, Ron, é o professor mais famoso dos Estados Unidos, depois de ter passado pela emissão da Oprah, possuindo a sua própria academia e publicações, nomeadamente, o best-seller "The Essential 55", e de ter sido realizado um filme sobre a sua vida, The Ron Clark Story (2006).
Por sentir que nas nossas escolas existe uma certa desmotivação, um desalento e alguma impavidez perante as várias medidas lançadas para o sistema educativo, dedico este momento a todos os bons professores que, na sua maravilhosa missão, vão semeando generosas pepitas de "ser", de "estar", de "saber"...
Enquanto acreditarmos nas nossas crianças, nos nossos jovens, tal como o Ron, cada um ao seu estilo, não devemos desistir, porque eles precisam de nós! Precisam do nosso respeito, de bons modelos, de boas referências, de bons princípios, de bons guias para crescerem e se tornarem cidadãos responsáveis, confiantes e optimistas, bem preparados para os desafios da convivência social, do trabalho, da vida...
Também, em Portugal, os professores precisam de reconhecimento, de valorização pelo trabalho que desenvolvem em prol da Educação. Cabe a nós a capacidade de demonstrar que o futuro de um país assenta na obra, na missão dos educadores e dos professores e das famílias. Um país que não acarinhe, que não respeite, que não dignifique o papel daqueles profissionais, e os co-responsáveis pais e encarregados de educação, está a hipotecar gerações...
Ao longo deste texto, tenho usado e abusado das várias formas do adjectivo "bom". O desafio que aqui deixo é:
O QUE FAZ DE SI UM PROFESSOR?
Procure, conscientemente, identificar e enumerar
todas as qualidades que fazem de si um "bom professor"...
(se eu não me sentir um bom professor, como poderão os outros sentir que o sou?)
Já agora, bom trabalho, na escola... e em casa!
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Terça-feira, Novembro 13, 2007
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24 Julho 2007
Encosta-te a mim...
Encosta-te a mim, nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim, talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim, dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou, deixa-me chegar
Chegado da guerra, fiz tudo p´ra sobreviver
em nome da terra, no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem, não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói, não quero adormecer
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim
Encosta-te a mim, desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
o que não vivi, um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim
Jorge Palma
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Terça-feira, Julho 24, 2007
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Cada um de nós compõe a sua história...
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz de ser feliz..."
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Terça-feira, Julho 24, 2007
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08 Julho 2007
Live Earth - uma mensagem!
A canção do concerto LIVE EARTH
First love yourself, then you can love someone else
Letra da canção Hey You, interpretada por Madonna:
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Domingo, Julho 08, 2007
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05 Julho 2007
O Outro Lado - Música e Poesia de Pedro Branco
É com enorme prazer e orgulho que partilho com os visitantes deste blogue e com os meus amigos este abraço ao amigo Pedro Branco.Aos 40 anos, o Pedro Branco decidiu oferecer aos seus amigos um momento intimista, um momento de interioridade, de mergulho em nós próprios, através do seu canto, da sua poesia e de sons...
Saiba um pouco mais sobre este espectáculo aqui.
É também "Das Palavras Que Nos Unem", o blogue de Pedro Branco, que alimentamos a nossa alma, viajando através de sentimentos, emoções, desabafos, olhares e sensações.
Convido os amigos a lerem e a sentirem o gosto de se encontrarem n' O Outro Lado...
Não preciso de mais nada hoje.
Tenho as tuas palavras.
Para colorir um milhão de vezes...
o que eu quiser!
Poema Nudez, de Pedro Branco, retirado daqui
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Quinta-feira, Julho 05, 2007
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03 Julho 2007
O Início de uma nova vida... O Segredo para si!
Já pensou que há forças, energias no Universo que podem conjugar-se com a sua energia interior, os seus pensamentos? Já lhe aconteceu NÃO desejar algo e, de um momento para o outro, isso que NÃO queria acabou afinal por lhe acontecer?!
Agora, pense positivamente: pense no que REALMENTE quer ou deseja! Formule constantemente desejos positivos ao Universo; diga apenas aquilo que quer e NUNCA o que não quer...
Veja o filme The Secret e prepare-se para olhar a vida de outra forma, mais positiva, alcançando assim os seus maiores desejos! Experimente!
Dedico-lhe este breve filme para se inspirar... "I'm grateful to be me!"
Deseja saber mais?! Vá ao sítio do filme: The Secret
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Terça-feira, Julho 03, 2007
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26 Junho 2007
O teatro da violência
No próximo ano, estes professores inexperientes serão colocados em escolas, onde poderão enfrentar situações reais de confronto com alunos.
Inspirada na realidade, esta formação, dinamizada por um grupo de actores de teatro, propõe a dramatização de várias cenas de conflito, onde o professor não só deve saber gerir o normal desenvolvimento da aula, como situações imprevistas de agressão verbal ou física, levadas a cabo pelos alunos.
Com a ajuda destes actores e de um dinamizador, os jovens professores assistem a representações que vão desde a chegada de um aluno à sala, quando a aula já decorre, e que chama a si toda a atenção; até a uma situação extrema na qual o professor leva um murro de um aluno.
Numa segunda fase, os jovens estagiários passam a protagonizar a aula e devem mostrar como reagem, como resolvem o conflito, nesta ou naquela situação.
Através desta estratégia, é possível recriar as mais variadas situações de conflito e violência na sala de aula e na sala de professores, de modo a ajudar os professores a analisar, reflectir, debater sobre assuntos que, cada vez mais, marcam, infelizmente, a actualidade mediática.
Dado que o vídeo da referida emissão ainda não se encontra disponível, deixo abaixo uma peça de um telejornal do canal TF1, que ilustra perfeitamente a iniciativa.
Fica aqui também a página na Internet do grupo de teatro interactivo OXO, de Bordéus.
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Terça-feira, Junho 26, 2007
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23 Junho 2007
Da Guerra... à Paz
As discussões aumentam, as acusações mútuas avolumam-se (" - tu é que..."; "- és sempre a mesma coisa!"; "- não me ouves..."; "- não me mandes calar!"...), os insultos explodem, os amuos tornam-se frequentes, apoderam-se de nós a raiva, o ódio, a insegurança, o medo...
Estes estados de espírito são comuns a muitos casais. Certamente nos revemos neste género de diálogos, nestes comportamentos e pensamentos agressivos e violentos. São os berros, os gritos ou, então, os silêncios igualmente devastadores e corrosivos.
Thomas D'Ansembourg, na sua conferência-espectáculo, registada em DVD, intitulado "Guerre et Paix Dans Le Couple", baseada na obra "Cessez d'Être Gentil, Soyez Vrai!" (traduzido para português pelas Edições Ésquilo como "Seja Verdadeiro"), propõe-nos assistir a cenas conjugais em palco. Com a cumplicidade e talento da atriz Dominique Lahaut, D'Ansembourg demonstra-nos como é possível passarmos de um estádio de conflito para um estádio de diálogo interno com os nossos sentimentos, as nossas necessidades, medos, frustrações, de modo a sermos capazes de ir ao encontro do outro, procurando entender as suas necessidades e sentimentos.
As ferramentas, os recursos existem em nós. Apenas precisamos de aprender a mobilizá-los neste clima de tensão e de conflito.
A Comunicação Não Violenta (CNV), esta "linguagem do coração", permite-nos descer ao fundo do nosso "poço", encontrar os "lençóis freáticos" das necessidades comuns a todo o ser humano para procurar compreender o outro e nós próprios.
Thomas D'Ansembourg(Fonte recolhida e traduzida a partir deste endereço: http://www.info-ardenne.com/ardennes/node/661)
Não tenhamos medo de nos conhecermos melhor
para aprender a amar o outro...
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Sábado, Junho 23, 2007
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21 Junho 2007
A Comunicacação Não Violenta na Prevenção de Conflitos na Escola
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Quinta-feira, Junho 21, 2007
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18 Junho 2007
Where is the Love? Onde está o Amor?
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Segunda-feira, Junho 18, 2007
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12 Junho 2007
Participação na Conferência Ofender e Ser Ofendido
A pedido de várias pessoas, disponibilizo aqui a minha sinopse sobre a comunicação que me propus apresentar, no dia 21 de Junho, entre as 16.15 h e as 18.15h, na Universidade de Aveiro:
A Comunicação Não-Violenta
na prevenção de conflitos nas escolas
Parece-nos importante distinguir o conceito de violência do de conflito. O Conflito, em si, não é violento. A forma de resolver o conflito é, ela sim, muitas vezes, violenta. A violência é uma consequência da rivalidade, da tensão, do desacordo entre as pessoas.
A escola é um espaço complexo, onde as relações interpessoais possuem um lugar fundamental, porque nele interagem professores, alunos, pessoal não docente, pais e encarregados de educação, entre outros elementos representantes da comunidade local. Por isso, tentaremos analisar a problemática do conflito e da pertinência da aplicação de técnicas de comunicação interpessoal neste sistema.
Tentaremos propor, também, pistas ou orientações possíveis para uma melhor convivência no seio da comunidade escolar.
Como pedagogos, sejamos pais, educadores ou professores, devemos esforçar-nos por favorecer a responsabilidade e não a disciplina, a solidariedade em vez da rivalidade, a empatia em detrimento da indiferença e do desprezo, a autonomia ao invés da submissão.
Nesta cultura da competição, onde uns mandam e outros obedecem, onde uns perdem e outros ganham, devemos eleger a partilha e a cooperação como forças capazes de mudar esta crescente tendência ameaçadora para as actuais gerações e as vindouras.
Com esforço e persistência, auxiliando-nos de métodos e técnicas de comunicação adequadas, tomaremos consciência da nossa forma de pensar e de agir e regularemos a nossa postura perante nós próprios e os outros.
Daremos especial atenção aos sentimentos e às necessidades das pessoas envolvidas na comunicação, à escuta activa, à empatia, à não-violência e à cultura da paz.
José Paulo Rodrigues dos Santos
Gestor de Projectos no Centro de Formação de Entre Paiva e Caima
Especialização em Mediação de Conflitos em Contexto Escolar
Co-autor do blogue “CNV Comunicação Não-violenta”
http://comunicacaonaoviolenta.blogspot.com
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Terça-feira, Junho 12, 2007
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30 Maio 2007
"Não tenho tempo! Não tenho tempo!"
Mais tempo passou, desde então, e descubro, agora, que este argumento deixou de fazer sentido quando tomei consciência de que ele era uma de entre muitas convicções limitadoras que habitam em mim há longos anos. Na verdade, deixei-me conduzir por estas falsa verdade e acreditei ser impossível dedicar tempo a mim própria, realizando aquilo que realmente me faz crescer e me dá prazer.
Hoje, interpelada de novo para participar neste blog, estranhamente não consegui proferir a resposta de sempre. E senti que só podia dizer "Sim!". A desculpa do tempo deixou de fazer sentido por ter consciencializado que as minhas crenças e convicções condicionam as minhas capacidades e comportamentos. Experiencio a reprogramação da minha mente para que os meus comportamentos me satisfaçam e me possa sentir feliz com o que sou e dou aos outros.
E a minha linguagem começa a mudar:" Eu consigo arranjar tempo para o que eu quero, porque eu mereço sentir-me bem! Porque é importante para mim!"
E tudo se resume ao seguinte:
Temos tempo para "conversas de surdos" em que um diz uma coisa e o outro interpreta outra. Temos tempo para nos queixar do que nos rodeia. Temos tempo para cumprir as inúmeras obrigações a que estamos sujeitos. Temos tempo para, mesmo de forma inconsciente, alimentar conflitos em defesa dos nossos interesses. Temos tempo para lamentarmos os infortúnios que nos vão acontecendo. E temos tempo para tantas outras coisas que nos oprimem, nos atrofiam, nos violentam...
Todos estes tempos somados resultariam em muito, muito tempo para nos libertarmos desta convicção e aprendermos a linguagem da não violência connosco e com os outros.
E teremos, assim, o tão desejado tempo para aprendermos, crescermos, partilharmos e sermos felizes...
Donos e senhores do nosso tempo!
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Quarta-feira, Maio 30, 2007
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25 Maio 2007
Felicidade de Thomas D'Ansembourg
Hoje, para me ajudar um pouco mais a compreender quem sou, quem é o outro, o que faço, o que digo, o que penso e que sentimentos ou emoções me dominam ou me impedem de ser ainda mais feliz, partilho uma nova obra já traduzida para português de um autor que já aqui tinha referido: Thomas D'Ansembourg. O livro intitula-se Felicidade e tem como subtítulo "Consegui-la não é fácil, mas vale a pena!". É uma edição da Ésquilo e pode encomendá-la aqui.
Por falar nisso, já leu o livro Seja Verdadeiro, do mesmo autor?
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Sexta-feira, Maio 25, 2007
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18 Maio 2007
Conferência Internacional Ofender e Ser Ofendido
GIVING AND TAKE OFFENCE
OFENDER E SER OFENDIDO
OFFENSER ET ÊTRE OFFENDU
“Ninguém vive sem empurrar e ser empurrado; temos sempre que acotovelar o nosso caminho pelo mundo, ofendendo e sendo ofendidos”
- Thomas Carlyle, “Sir Walter Scott”, in London and Westminster Review, 12 Novembro 1838
Acontecimentos recentes sugerem que vivemos num mundo cada vez mais susceptível: imagens do Profeta, de Cristo, de nós próprios, do Papa, do Primeiro Ministro Húngaro, as palavras e imagens de Mel Gibson, as opiniões de Borat, são exemplos disso. A ofensa pode ser administrada de forma propositada ou inadvertida, e pode igualmente ser apropriada de forma genuína ou estratégica. Quando é dada e recebida deliberadamente, é parte de um processo explícito de relações de poder; quando é tomada ou dada de forma inadvertida, é parte de mal-entendidos sociais ou culturais (ou relações de poder implícitas). Esta conferência está interessada em ambas as situações. Se o ultraje nasce do “saborear da impotência da qual ser nomeado é o indicador” (J.M. Coetzee) onde podemos ir num mundo onde não há como escapar à nomeação por parte de outros?
Dizem-nos que vivemos num mundo de comunicação global, no entanto as ferramentas de comunicação, tanto as tecnológicas como as linguísticas, estão distribuídas e são dominadas de forma desigual. Falta-nos conhecimento apropriado uns dos outros, quer enquanto indivíduos quer enquanto membros de comunidades nacionais, culturais e linguísticas diferentes, e por isso operamos em contextos desiguais e opacos. As falhas, quando ocorrem, podem facilmente assumir um carácter excessivamente emocional, e este é particularmente o caso quando há um historial de mal-entendidos ou de desentendimento.
Esta conferência procura comunicações que examinem os mecanismos e as consequências de ofender e ser ofendido em processos culturais de todos os tipos, especialmente quando ocorrem entre nações, culturas, etnicidades, gerações e entre os sexos: desde os assuntos que fazem a actualidade até à arte, desde a bioética à linguagem e à pragmática, desde a literatura das políticas corporais à música popular.
Programa da Conferência
Thursday, 21st June 2007
8.30-9.15h : Reception, Building II (Department of Languages, UA)
9.15-30h : Opening Session (Sala A – 2.1.10)
9.30-10.30h : 1st Plenary Session (Sala A)
Chair/Moderador: Anthony Barker
Dr. David Lavery (
“Holy Fucking Shit! Profanation, Parody and Bleeping American Unreality in The Onion, The Daily Show, and The Colbert Report.”
10.30-11.00 : Coffee Interval
11.00-12.30h : 1st Group Session
Section 1: (Sala A )
Chair/Moderador: Margaret Gomes
Gillian Moreira – “When Icebergs melt… A Look at European Identity Today”
Tim Oswald - “Offending the Offender? – Intercultural competence in virtual tourist literature.”
Joana Ribeiro - “A puzzle of identities: cultural misunderstandings in tourism”
Section 2: (Sala B -2.0.3) )
Chair/Moderador: Maria Hermínia Amado Laurel
Maria Manuel Baptista – “‘Não há fumo sem…caluniador!’ Calúnia, Suposição e Rumor - da psicologia social à reflexão ética.”
António José Miranda – “A ‘coreografia’ da ‘ofensa’ – o discurso político”
Luís Machado de Abreu - “A lógica ofensiva nas práticas anticlericais”
12.30 -14.00h : Lunch
14.00-15.45h : 2nd Group Session
Section 1: (Sala A )
Chair/Moderador:
Jim O’Driscoll - “What’s in an FTA? Reflections on a chance meeting with Claudine”
Philip Zitowitz - “Social Distance and Alienation in "La Haine": A Cross-Cultural Approach”
Margaret Gomes – “Torn Between Two Cultures: Labelling and offending”
Raquel Marques - "Offensive Representations of the Japanese in Recent
Section 2: (Sala B)
Chair/Moderador: Susan Howcroft
Tian bo Li – “How not to give Offence in the Chinese Marketplace.”
Derek Bousfield – “Beginnings, Middles and Ends: A biopsy of the dynamics of impolite exchanges”
Danuta Gabrys-Barker – “‘White people in fur coats’ versus ‘dark-haired and exotic’: a Polish-Portuguese study of offence and flattery”
15.45-16.15h : Coffee Interval
16.15-18.15h : 3rd Group Session
Section 1 (Sala A )
Chair/Moderador: Maria Manuel Baptista
Maria do Socorro Pessoa – “Rondônia, Portal da Amazônia, Terra de Migrantes– O Preconceito Lingüístico como instrumento para OFENDER e ser OFENDIDO”
José Paulo Santos - "A Comunicação Não-violenta na Prevenção de Conflitos na Escola"
Corina da Rocha Soares -“As ofensas de Michel Houellebecq : mecanismos e agentes”
Maria Hermínia Amado Laurel - "Peço desculpa...estava a escrever...só queria incomodar...Dá-me licença?"
Section 2: (Sala B )
Chair/Moderador: David Callahan
Lesley Jeffries -“The rise of 'Radicalisation': constructing meaning in the press”
Paulo Oliveira and Anthony Barker – “The ‘Borat’ Phenomenon: Who Edits Wins.”
Nik Hurst – “Little Britain on the offensive: what lies at the boundary of taste in contemporary British televised comedy.”
Maria Sofia Biscaia and Tim Wallis – “Sharing the offence: from paedophilic to murderous pleasures in Hard Candy” –
20.00 h : Conference Dinner, Aveiro
Friday, 22nd June 2007
9.00-10.30h : 4th Group Session (Room B )
Chair/Moderador : Tim Wallis
Susan Howcroft – “Seeing Offence, Hearing Offence, Translating Offence.”
Aline Ferreira - "Giving Offence: Virgin Marys in Art"
10.45 – 12.15h 5th Group Session (Room B)
Chair/Moderador: Anthony Barker
R. Scott Fraser – “For no other offence than proximity: David Hare’s Stuff Happens.”
Andreia Sarabando – “What’s so offensive about Stanley Kubrick’s A Clockwork
David Callahan – “Truth, Justice and the
12.15 – 13.15h : 2nd Plenary Session,
Chair/Moderador: António Jose Miranda
Dr. Francisco Teixeira da Mota (Advogado e colunista para O Público) –
"A palavra e o crime. " (Sala da Reitoria)
13.15-14.30h : Lunch
14.30-16.30h : 6th Group Session
Chair/Moderador : Luís Machado de Abreu
Section 1 (Room B )
André Matias – “Pascoaes e Sérgio ou “o rouxinol e o peixe” – polémicas e tensões ensaístas na Águia”
Maria Helena B. Vasconcelos – “Ofensores e ofendidos: consequências dos excessos humanos no Hipólito de Eurípides"
Raquel Teixeira da Rocha Filipe – “Com um eu esbravejo, em outros mango: Bocage e os sócios da Nova Arcádia”
Luísa Marinho Antunes - “Perdidos na Tradução: Encontros e Desencontros do Europeu no Oriente nos Contos de Ernesto Leal”
Section 2 (Room A)
Chair/Moderador: Gillian Grace Moreira
Carole Gerster - "Combustive Conflict and Collateral Conversations about Race and Ethnicity in
Anthony Barker – “Duels and Duellists: Taking Offence to the Grave”
Jim O’Driscoll - “A storm in a wheelie-bin: A micro case study of giving and taking offence in the public arena”
Reinaldo Silva - “The Rhetoric of Exclusion: The Portuguese Reaction to Donald R. Taft’s Two Portuguese Communities in New England”
16.30-17.0 0h : Coffee Interval
17.00-18.00h: 3rd Plenary Session (Sala A)
Chair/Moderador: Dr David Callahan
Dr. Stuart Price (De
“Yo Blair! Tales of Outrage and National Subservience”
18-18.30h : Closing Panel Session
Organising Committee
Prof. Dr. Anthony Barker
Prof. Dr. David Callahan
Profª Drª Gillian Grace Moreira
Sponsors
Centro de Investigação do DLC (CLC/UA)
Departamento de Línguas e Culturas, Universidade de Aveiro
Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT)
The British Council
___________________
Deptº de Línguas e Culturas,
Universidade de Aveiro,
3810-193 Aveiro
ou através de anexo de e-mail para
Email: abarker@dlc.ua.pt
sec@dlc.ua.pt
Fax Depº: 234370940
Tel Depº: ![]()

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Sexta-feira, Maio 18, 2007
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25 Abril 2007
PRIMAVERA
"Está alta no céu a lua e é Primavera.
Penso em ti e dentro de mim estou completo.
Corre pelos vagos campos até mim uma brisa ligeira.
Penso em ti, murmuro teu nome; não sou eu: sou feliz.
Amanhã virás, andarás comigo a colher flores pelos campos,
E eu andarei contigo pelos campos a ver-te colher flores.
Eu já te vejo àmanhã a colher flores comigo pelos campos,
Mas, quando vieres àmanhã e vieres comigo realmente a colher flores,
Isso será uma alegria e uma novidade para mim.
(Alberto Caeiro)
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16 Abril 2007
CRENÇAS
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21 Março 2007
Venha o que vier
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Quarta-feira, Março 21, 2007
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17 Março 2007
Muda de vida...
Muda de Vida
Humanos
Composição: António Variações
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se a vida em ti latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens... que ser assim
Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens... que ser assim
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Muda de vida, se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se a vida em ti latejar
| Muda de vida - Hum... |
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Sábado, Março 17, 2007
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Primavera...
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17 Janeiro 2007
Kyrie eleison
Por mais que me esforce, não consigo acreditar que a terra o cobriu para sempre...
Guardo na memória as nossas conversas, o respeito e a admiração mútuos, o companheirismo e a amizade. Obrigado, amigo!
Hoje, não fui despedir-me pessoalmente de si...
Não suporto despedir-me definitivamente dos amigos . Dói muito, muito mesmo.
Adeus, Senhor Vicente Magalhães!
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02 Janeiro 2007
TODOS PRECISAMOS DE AMOR
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19 Dezembro 2006
Para que serve o amor?
À quoi ça sert l'amour?
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06 Dezembro 2006
Procrastinacão é...
Ocorreu-me abordar a questão da procrastinação por verificar que, muitas vezes, esta é a responsável pela baixa auto-estima de muitas pessoas e pela sua incapacidade em assumir a responsabilidade pelos seus actos.Embora para algumas pessoas seja apenas ocasional ou pontual, para outras a questão é bem mais problemática com repercussões extremamente negativas. No caso dos alunos, pode levá-los a pensar em abandonar os estudos e a escola. É fundamental detectar estas situações e auxiliar atempadamente o aluno a encontrar métodos e hábitos de trabalho e organizar-se. Também os pais e encarregados de educação devem prestar um cuidado e uma atenção muito especiais aos comportamentos e às constantes desculpas que os seus educandos vão "inventando" ou invocando sistematicamente para protelar as suas tarefas...
De acordo com o Dr. Nuno Conceição (Psicólogo Clínico) num trabalho realizado em Novembro de 1999, "a procrastinação consiste em atrasar ou adiar sistematicamente a realização de actividades relevantes. Estas actividades dividem-se em duas categorias sobrepostas: a procrastinação de manutenção e de desenvolvimento. As pessoas que adiam actividades de manutenção fazem coisas como deixar chegar o quarto a um estado de desorganização incontrolável, deixar empilhar a loiça na cozinha, entregar os livros na biblioteca muito depois do prazo, tirar fotocópias apenas na véspera dos exames, estudar para determinadas cadeiras apenas antes dos exames, entre muitas outras.
A procrastinação de desenvolvimento ocorre quando a pessoa adia actividades de desenvolvimento pessoal que podem levar a uma melhoria das condições de saúde, das condições psicológicas ou outras formas de proveito pessoal. Estas pessoas começam a ter dificuldades em encontrar maneiras de alegrar as suas vidas e melhorar a sua aceitação pessoal, a sua auto-estima, a sua sensação de auto-eficácia e as competências sociais ou profissionais, sendo que nos casos mais graves as pessoas sentem-se deprimidas, imobilizadas ou frustradas."
É sobejamente conhecida a canção "É pr'amanhã..." de António Variações:
É p’rá amanhã
Bem podias fazer hoje
Porque amanhã sei que voltas a adiar
E tu bem sabes como o tempo foge
Mas nada fazes para o agarrar
Foi mais um dia e tu nada fizeste
Um dia a mais tu pensas que não faz mal
Vem outro dia e tudo se repete
E vais deixando tudo igual
É p’rá amanhã
Bem podias viver hoje
Porque amanhã quem sabe se vais cá estar
Ai tu bem sabes como a vida foge
Mesmo que penses que estás p’ra durar
Foi mais um dia e tu nada viveste
Deixas passar os dias sempre iguais
Quando pensares no tempo que perdeste
Então tu queres mas é tarde demais
É p’rá amanhã
Deixa lá não faças hoje
Porque amanhã tudo se há-de arranjar
Ai tu bem sabes que o trabalho foge
Mesmo de quem diz que quer trabalhar
Eu sei que tu andas a procurar
Esse lugar que acerte bem contigo
Do que aparece tu não consegues gostar
E do que gostas já está preenchido.
Os portugueses procrastinam?
atitudes de conflitos, de agressividade e de comunicação violenta com os outros?!
Para nos ajudar ainda nesta reflexão,
e as possíveis formas de a vencer!
Vá um pouco mais longe e leia este artigo de John Perry
sobre a Procrastinação Estruturada
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02 Dezembro 2006
Aquarela de Toquinho
Há canções eternas e esta é uma delas. Vale a pena ouvir e ver...
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30 Novembro 2006
A CNV e eu... em empatia!
Graças a Thomas D'Ansembourg e a Marshall Rosenberg, apercebo-me quanto ainda tenho de aprender sobre a Comunicação, tanto no seu sentido lato como nesta particularidade: a comunicação como meio de abertura e de empatia!
Este novo OLHAR sobre o mundo que nos rodeia, a vida, o Outro, desenvolveu em mim uma diferente capacidade autocrítica até hoje desconhecida. Nos vários papéis que desempenho no quotidiano, encontro a aplicabilidade prática desta nova forma de comunicar, de me relacionar com o outro e até comigo próprio.
Percorrendo as várias páginas dos livros daqueles autores, extraimos um potencial imenso de transformação positiva e de algo novo para as nossas relações pessoais, familiares, profissionais...
Enquanto professor, apercebo-me do benefícios significativos que posso adquirir para mim e oferecer aos alunos e aos meus colegas nas escolas. Estas potentes ferramentas mentais, aplicadas pela fala e pelas acções, ajudam-me a compreender a raiva, o conflito, e auxiliam-me na sua resolução, melhorando as relações com mais empatia!
Embora muito simples nos seus princípios, o processo em quatro fases da CNV, já aqui descrito neste blog, é extremamente poderoso para melhorar radicalmente e para tornar verdadeiramente autênticas as nossas relações com os outros. É-nos proposto um caminho de liberdade, de coerência e de lucidez!
Como não acredito na punição ou no castigo como meio de melhorar a nossa relação com o outro, prefiro percorrer novos caminhos...
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28 Novembro 2006
A CNV na Educação
"Tenho utilizado a Comunicação Não Violenta em educação especial, na sala de aula, desde há um ano. Funciona mesmo com crianças com atrasos na fala, dificuldades de aprendizagem e com problemas de comportamento. Um aluno da nossa sala de aula cospe, injuria, grita e bate nos colegas com os lápis quando se aproximam da sua mesa. Questiono-o, então, desta forma: “podes dizer isso por favor de uma outra maneira?”. Use o diálogo da girafa [os fantoches da girafa são usados em algumas oficinas como método de ensino para demonstrar a CNV]. Ele levanta-se de imediato, olha a pessoa para quem a sua raiva é dirigida e diz calmamente: “Poderia afastar-se, por favor, da minha mesa? Eu sinto-me irritado quando você está assim perto de mim.” Os outros estudantes poderiam responder com algo asssim: “Desculpa! Eu esqueci-me que isso te incomoda!”.Eu comecei a pensar sobre a minha frustração com esta criança e a tentar descobrir o que eu necessitava dela (além da harmonia e da ordem). Apercebi-me, então, que o tempo gasto na planificação da aula e na minha necessidade de criatividade e de contributo estavam a ser prejudicados, a fim de controlar o comportamento. Também senti que eu não ia ao encontro das necessidades educativas dos outros alunos. Quando ele agia mal na sala de aula, comecei a dizer: "Preciso de vós para partilhar a minha atenção." Isto pode ter sido feito centenas de vezes num dia, mas entendeu a mensagem e começou a envolver-se nas actividades da aula.
Professora, Evanston, Illinois, EUA
Taduzido por José Paulo Santos, a partir daqui
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Terça-feira, Novembro 28, 2006
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24 Novembro 2006
O INTERVALO
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20 Novembro 2006
Aproveite o intervalo
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16 Novembro 2006
Entrevista a Marshall Rosenberg
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12 Novembro 2006
DO PODER À POTÊNCIA
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09 Novembro 2006
O desejo de sermos melhores

"O que mais dói na miséria é a ignorância que ela tem de si mesma. Confrontados com a ausência de tudo, os homens abstêm-se do sonho, desarmando-se do desejo de serem outros. Existe no nada essa ilusão de plenitude que faz parar a vida e anoitecer as vozes."
Mia Couto, in "Vozes Anoitecidas", prefácio
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08 Novembro 2006
Humilhação: acto ou efeito de humilhar
Na semana passada, numa reunião de Conselho de Turma do qual faço parte, ouvi algo que me fez estremecer e que gostaria de partilhar.Na tentativa de encontrar soluções/ estratégias para resolver, ou pelo menos melhorar, o funcionamento das aulas, questionei os alunos presentes sobre quais seriam, na sua opinião, os procedimentos mais eficazes por parte dos professores no sentido de evitar que alguns dos seus colegas perturbassem sistematicamente as aprendizagens a desenvolver, uma vez que as medidas até agora implementadas se tinham revelado infrutíferas.
Foi então que, com toda a naturalidade, um deles me respondeu:
" Eu acho que os professores, quando os alunos estão a perturbar a aula, deviam humilhá-los... Podia ser que eles se envergonhassem e mudassem de comportamento."
Pensei que tinha ouvido mal e confirmei a resposta que me fora dada.
Não sei se mais alguém se chocou com o que ele dissera. Talvez não.
Ninguém questionou o aluno, e intervim novamente:
"Se eu humilhar os teus colegas, eles responder-me-ão com melhores atitudes?! Que direito tenho eu de me defender, se, a seguir, um deles me responder com um gesto igualmente humilhante?! Sim, porque desse modo dou-lhes também o direito de me humilharem, não achas? "
E, de entre os adultos presentes, alguém, então, me respondeu:
" Claro! Se eu me portar mal, eles também têm o direito de me humilhar! Além disso, posso dizer que, há tempos, isso funcionou. Um colega da turma estava a portar-se mal, eu humilhei-o, e ele acalmou logo!"
A reflexão continuou. Não sei o que pensam os restantes participantes sobre o assunto.
Apenas sei e sinto que que não quero ir por aí!
Estou agora consciente que, sem nos darmos conta, reproduzimos, eu incluída, modelos altamente geradores de violência.
A humilhação pode momentaneamente dissuadir uma pessoa, mas por quanto tempo? Cairá no esquecimento daquele aluno?
Creio que não. Devolvê-la-á ao professor ou a outro qualquer na próxima oportunidade.
E assim vamos gerando e recebendo, gerando e recebendo, vivenciando e ensinando violência, dor, incompreensão.
Quando conseguiremos interromper este processo de herança-transmissão de respostas violentas para a resolução dos nossos problemas?
É urgente a comunicação não violenta!
É urgente aprendermos a mediar conflitos na escola!
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Quarta-feira, Novembro 08, 2006
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06 Novembro 2006
As pequenas coisas da vida...
a esboçar um sorriso, a aliviar o nosso stress, a nossa angústia ou tristeza.
Tenha um dia lindo...
;-)
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Segunda-feira, Novembro 06, 2006
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05 Novembro 2006
Ofertas pela paz

Imagem, mais informação e ordem de encomenda aqui.
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Domingo, Novembro 05, 2006
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01 Novembro 2006
Tocando em frente - Maria Bethânia

Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte mais feliz, quem sabe
Eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei
Ou nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso chuva para florir
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu sou
Estrada eu vou
Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso chuva para florir
Todo mundo ama um dia, todo mundo chora
Um dia a gente chega e no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
E cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso chuva para florir
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Quarta-feira, Novembro 01, 2006
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Toda a Felicidade do Mundo
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Quarta-feira, Novembro 01, 2006
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10 passos para a paz

(Imagem daqui)
10 things we can do to contribute to internal, interpersonal, and organizational peace
(1)
Spend some time each day quietly reflecting on how we would like to relate to ourselves and others.
(2)
Remember that all human beings have the same needs.
(3)
Check our intention to see if we are as interested in others getting their needs met as our own.
(4)
When asking someone to do something, check first to see if we are making a request or a demand.
(5)
Instead of saying what we DON'T want someone to do, say what we DO want the person to do.
(6)
Instead of saying what we want someone to BE, say what action we'd like the person to take that we hope will help the person be that way.
(7)
Before agreeing or disagreeing with anyone's opinions, try to tune in to what the person is feeling and needing.
(8)
Instead of saying “No,” say what need of ours prevents us from saying “Yes.”
(9)
If we are feeling upset, think about what need of ours is not being met, and what we could do to meet it, instead of thinking about what's wrong with others or ourselves.
(10)
Instead of praising someone who did something we like, express our gratitude by telling the person what need of ours that action met.
The Center for Nonviolent Communication (CNVC) would like there to be a critical mass of people using Nonviolent Communication language so all people will get their needs met and resolve their conflicts peacefully.
© 2001, revised 2004 Gary Baran & CNVC
The right to freely duplicate this document is hereby granted.
Informação daqui.
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30 Outubro 2006
Buda e Gandhi
Buda
“Aproxima-te do sábio que condena os teus erros.”
Buda
“Somos o que pensamos. Tudo o que somos resulta dos nossos pensamentos. Com os nossos pensamentos, construímos o mundo.”
Buda
“Seja qual for o número de palavras sagradas que leia, que pronuncie, que bem lhe farão se os seus actos não condizem com elas?”
Gandhi
"A felicidade existe quando os vossos actos estiverem de acordo com as vossas palavras."
Gandhi
"Comece por mudar em si aquilo que deseja mudar à sua volta."
Gandhi
"Vive como se tivesses de morrer amanhã. Aprende como se tivesses de viver para sempre. "
Gandhi
"Como aprender a conhecer-se a si mesmo? Pela meditação, nunca, mas sim pela acção. "
Gandhi
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Segunda-feira, Outubro 30, 2006
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25 Outubro 2006
Gosto desta sabedoria índia! Muitas vezes, deita por terra os nossos pretensos saberes. Aqui vai também um bocadinho dessa mesma sabedoria, colhida por Carlos Castaneda, um estudioso da sabedoria dos xamãs:
"Um homem comum está preocupado demais com gostar das pessoas e em que gostem dela. Um guerreiro gosta e pronto. Gosta de quem ou daquilo que bem entender, porque sim".
(Carlos Castaneda, em A Roda do Tempo)
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Quarta-feira, Outubro 25, 2006
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24 Outubro 2006
La sagesse
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Terça-feira, Outubro 24, 2006
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23 Outubro 2006
Crónica - O amor não dá direito algum
"O amor não dá nenhum direito. Seria importante dizer que dá deveres, mas estes, por vezes… são esquecidos. O amor não dá o direito de impor seja o que for ou de maltratar, seja psicologicamente, moralmente ou até fisicamente aquele ou aquela que amamos. O amor não dá o direito de exigir do amado (ou da amada) que ele seja assim ou de outra forma; que ele se vista daquela maneira; que ele faça como o outro quer ou não…E, no entanto, é isso que acontece em muitas relações amorosas ou de casal. Um dos dois, porque ama, impõe exigências. Espera que o outro corresponda às suas expectativas, satisfaça os seus desejos, mitigue as suas necessidades. E o outro, porque se sente amado (ou gostaria de ser mais amado ou ainda mostrar toda a beleza do seu amor, para agradar, para não magoar, para não gerar problemas no casal) ,vai aceder aos pedidos e expectativas do primeiro.
“Deverias parar com os estudos; deverias gastar menos; deverias gostar de fazer amor mais vezes comigo; deverias gostar da tua mãe; deverias ser mais simpático; estar mais presente…"
Temos, é claro, homem ou mulher, o direito de ter desejos e aspirações. Temos o direito de desejar partilhar mais com o outro, que ele esteja mais presente, mais atento, mas essas necessidades podem ser expressas através de pedidos abertos e não através de juízos de valor, acusações ou exigências disfarçadas.
É próprio de um desejo poder ser enunciado, o que não significa que ele possa ser sempre concretizado ou satisfeito.
E, contudo, é o que se passa geralmente. Aquele ou aquela que emite um desejo quer que o outro o satisfaça e, por vezes mesmo, fazer sentir àquele ou àquela que resiste o peso da culpa com sentimentos “Se me amasses mesmo; se sentisses mesmo amor por mim, não dirias essas coisas…”.
Ou ainda uma pressão ligada aos papéis que se atribuem ao outro. “Na minha família, a minha mãe nunca discutia sobre o que o meu pai dizia. Ela sabia que estava ali para satisfazer as suas necessidades, para lhe evitar preocupações…”
Apesar das aparências, as relações de força entre homens e mulheres não mudaram muito em 50 anos. Houve mutações e alterações importantes nos modos de vida, no lugar da mulher na sociedade. É evidente que há mais mulheres a aceder a uma autonomia financeira; que muitas fizeram estudos, têm uma abertura de espírito que deveria permitir-lhes evitar a dependência, definir-se melhor, respeitar-se, afirmar-se. Porém, diante delas, há homens que tiveram mães que quase sempre lhes satisfizeram todos os seus desejos; que lhes deixaram acreditar que os desejos deles eram mais importantes que as necessidades delas; que se devotaram, se sacrificaram.
Será necessário, pelo menos, duas gerações para fazer evoluir as estruturas mentais que regem em profundidade as relações entre homens e mulheres.
Mas não é em vão começar… Já!"
de Jacques Salomé,
L'amour ne donne aucun droit
traduzida por José Paulo Santos,
com autorização e proposta expressa do seu autor.
Jacques Salomé é autor de:
* Aimer et se le dire. Niculescu
* Le courage d'être soi. Curtea Vecche
* Jamais seuls ensemble. Curtea Vecche.
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Segunda-feira, Outubro 23, 2006
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Ao abandono...
"... na busca cordial de uma solução, se obtém uma qualidade de escuta e de respeito de tal ordem que a solução concreta por fim encontrada acaba por ser acessória à própria relação, e não o contrário!"
"Quantas vezes, no nossos relacionamentos, a qualidade da relação se torna acessória quando confrontada com os problemas concretos! Resolvem-se primeiro as questões de intendência, ou seja, de organização material, e só depois tratamos de nos entender, se sobrar tempo..."
"Enquanto eu não fizer o ponto da situação relativamente às minhas várias necessidades, sujeito-me a adoptar cegamente uma atitude que preencha uma única necessidade, pondo de parte todas as outras. O risco que se corre é a crispação na vida e, por fim, a anestesia."
"Se recalcarmos uma parte de nós sem nos darmos previamente ao trabalho de acolhê-la, arrastaremos para sempre connosco essa parte abandonada, porque não lhe dedicámos o necessário tempo de luto - já que nem sequer a deixámos viver. Essa parte de nós, deixada ao abandono, irá então pesar intensamente sobre as partes realmente vivas, pondo em risco o nosso impulso vital."
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Segunda-feira, Outubro 23, 2006
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O que EU quero...
Posso trabalhar a consciência do que quero
e dirigir o meu pedido a uma pessoa competente..."
"A comunicação consciente e não violenta
convida-nos a identificar e tomar consciência da necessidade
que existe por detrás da carência,
e a expô-la à pessoa competente para nos ajudar,
sendo que esta corresponde muitas vezes a nós próprios"
(D'Ansembourg)
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Segunda-feira, Outubro 23, 2006
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Sofrimento para crescer
"...sinto uma grande tristeza ao observar o quanto o ser humano é capaz de se deixar penetrar pelo próprio sofrimento, ao ponto de já não poder tirar partido da situação para crescer. Também receio que a pessoa paralisada nessa atitude e bloqueada nesse estado só regresse ao movimento e à vida sob o efeito do choque provocado por um acidente, uma ruptura, uma doença ou um desgosto".
E quem arrastamos connosco
nessa longa caminhada para o sofrimento,
além daqueles que amamos?
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Segunda-feira, Outubro 23, 2006
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Cuidar é...
CUIDAR NÃO É RESPONSABILIZAR-SE POR...
de conhecer uma responsabilidade nunca antes imaginada ou concretizada.
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Segunda-feira, Outubro 23, 2006
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O bom São Bernardo...
"Como poderíamos nós confiar na capacidade de estar do outro, sem termos confiança na nossa?
1. Necessidade de identidade:
"poderei ser eu mesma sem ter que me estafar a fazer tudo o que é preciso para ser boa mãe, boa esposa... Se já não sou boa mãe, então quem sou?"
2. Necessidade de segurança afectiva:
"poderei amar-me e ser amada pelo que sou e não pelo que faço?"
3. Necessidade de ter confiança:
"poderei confiar que as coisas vão correr bem, mesmo que eu não esteja a controlar tudo?"
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Segunda-feira, Outubro 23, 2006
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Deixar de ter medo de ter medo...
"... o mais habitual é evoluirmos numa zona de desconfiança: temos medo de ocupar o nosso lugar, de existir verdadeiramente, de afirmar a nossa identidade por não termos a certeza de podermos ser amados e acolhidos como realmente somos e, de igual modo, temos medo que o outro ocupe o seu lugar, que passe a existir verdadeiramete, que afirme a sua identidade, porque não temos a certeza de poder continuar a existir diante dele! O outro, por muito íntimo que nos seja, como é o caso de um cônjuge, é sempre de certa forma visto como um «impedidor» (inimigo), isto é, alguém que nos impede de sermos nós mesmos."O que realmente nos pode libertar é deixarmos de ter medo de ter medo.
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Segunda-feira, Outubro 23, 2006
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Não tenho tempo...
"Há mais alegria em tentar resolver os nossos conflitos
do que em conseguir agravá-los".
Por que dispendemos tempo nos nossos conflitos e passamos o tempo a dizer: não tenho alternativa, não tenho tempo? Porém, arranjamos sempre tempo para as discussões, para desenterrar feridas, para magoar o outro... Não é absurdo?! Será que nos sentimos melhor quando sofremos ou vemos o outro sofrer? Não seria melhor empenhar todo o nosso esforço para nos sentirmos felizes e realizados, por termos conseguido saber evitar a violência sobre nós e sobre o outro?
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Segunda-feira, Outubro 23, 2006
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O vaso que transborda...
"Enterrar a própria ira é enterrar uma mina".
"A verdade é que esvaziar o meu vaso regularmente implica eu eu seja mais VERDADEIRO DO QUE BOA PESSOA!"
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Segunda-feira, Outubro 23, 2006
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O rectângulo branco é... liberdade!
"Ser-se livre não significa poder fazer tudo e mais alguma coisa, mas sim poder fazer o que se escolheu fazer..."
"Um rectângulo branco no chão, dividido em duas partes iguais, uma bola e um tempo predefinido e algumas regras (regra e constrangimento) permitem jogar à bola." LIBERDADE
"O sinal vermelho e as regras do código da estrada possibilitam o exercício, de um modo mais satisfatório e seguro, da nossa liberdade de circular".
"Enquanto não tomarmos consciência do sentido da regra, até podemos ter vontade de jogar sozinhos fora do enquadramento. Mas se estivermos conscientes do sentido da regra, temos certamente mais hipóteses de sentir prazer em partilhar o jogo!"
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José Paulo Santos
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Segunda-feira, Outubro 23, 2006
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Arame farpado
"A violência é a explosão de uma bomba de vida impedida. É quando uma pessoa fica sem palavras para se exprimir, e sem paciência para escutar, que começa a rodear-se de arame farpado."
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Segunda-feira, Outubro 23, 2006
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21 Outubro 2006
Dar Amor

Um exemplo interessante aqui.
Vai um abracinho?
S.
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Sábado, Outubro 21, 2006
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20 Outubro 2006
O método da CNV
"Através de um processo em 4 fases, somos levados a tomar consciência de que reagimos melhor a qualquer coisa, a uma situação qualquer (é a fase 1, a da observação), que essa observação desperta sempre em nós um sentimento (fase 2), que esse sentimento corresponde a uma necessidade (fase 3) que, por sua vez, leva à formulção de um pedido (fase 4).
O método baseia-se numa verificação, a de que uma pessoa se sente melhor:
- quando é capaz de identificar claramente aquilo a que está a reagir;
- quando manifesta uma boa compreensão dos seus sentimentos e das suas necessidades;
- e quando sabe formular pedidos negociáveis, estando segura de que será capaz de acolher a reação do outro, qualquer que ela seja.
- quando percebe claramente aquilo a que o outro se está a referir ou a reagir;
- quando manifesta uma boa compreensão dos sentimentos e das necessidades do outro;
- e quando é capaz de acolher um pedido negociável, sentindo a liberdade de não concordar e de procurar em conjunto uma solução que satisfaça as necessidades das duas partes, sem prejuízo de uma nem da outra.
Qual a sua relação com o texto?
Se desejar saber a resposta, coloque aqui a sua dúvida ou questão no "Comentário"
;-)
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Sexta-feira, Outubro 20, 2006
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16 Outubro 2006
"EU TAMBÉM TENHO MEDO"
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Segunda-feira, Outubro 16, 2006
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11 Outubro 2006
PARTILHAR SENTIMENTOS
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Quarta-feira, Outubro 11, 2006
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Espaço RUAH - Plano de Actividades 2006 | 2007
OBJECTIVOS/ESTRATÉGIAS Dar a conhecer o Plano para este ano - Sondar vontades de participação e formar equipas. Estudar divulgação
FACILITADORES Ilda
ACÇÕES Meditação
DATA Semanal (3ª Feira -21h)
OBJECTIVOS/ESTRATÉGIAS Facilitar a aprendizagem de parar - Treinar o silêncio interior como meio de evolução
FACILITADORES Ilda
ACÇÕES Reflexão CRISTÃ
DATA Mensal (em datas a marcar) 1ª 20/10 às 21h.
OBJECTIVOS/ESTRATÉGIAS Desenvolver a dimensão espiritual centrada na tradição judaico-cristã, mas aberta a outras espiritualidade
FACILITADORES Ilda
ACÇÕES Grupo de Desenvolvimento Pessoal
DATA 4-5 de Nov. seguido de outros encontros a marcar
OBJECTIVOS/ESTRATÉGIAS Facilitar o DESPERTAR interior - Facilitar a aprendizagem da mudança e da evolução
FACILITADORES Ilda
ACÇÕES Feira da SOLIDARIEDADE
DATA 1-3 de Dezembro
OBJECTIVOS/ESTRATÉGIAS Desenvolver a dimensão da Ecologia Social e Ambiental - Aprendizagem da “simplicidade voluntária”
FACILITADORES Equipa a formar para o efeito
ACÇÕES Apresentação da UNIPAZ
DATA 31/3/2007
OBJECTIVOS/ESTRATÉGIAS Divulgação da UNIPAZ em Aveiro como meio poderoso de Des. Pessoal e de caminhos da Paz
FACILITADORES Dalila Paulo
ACÇÕES Festa da PRIMAVERA
DATA Março / Abril
OBJECTIVOS/ESTRATÉGIAS Desenvolver a dimensão de Ecologia Ambiental
FACILITADORES Equipa a formar
ACÇÕES Meditação (workshop)
DATA Maio
OBJECTIVOS/ESTRATÉGIAS Aprofundar a arte de Meditar
FACILITADORES Pedro Adão (a contactar)
ACÇÕES Caminhada
DATA Junho
OBJECTIVOS/ESTRATÉGIAS Fazer uma síntese das três Ecologias, com incidência na Ecologia Ambiental
FACILITADORES Equipa a formar
ACÇÕES Avaliação
DATA Julho
OBJECTIVOS/ESTRATÉGIAS Perceber se os objectivos foram atingidos - Ver reajustamentos a fazer - Delinear traços gerais para 2007-2008
FACILITADORES Ilda
E S P A Ç O RUAHCoordenadora: Ilda Fontoura Pires
Est. da Taboeira, 5-1ºD.to - Esgueira | Aveiro
Contactos: 234315279 / 962655009
E-mail: ildapires@netcabo.pt
http://ildafontoura.blogspot.com
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Quarta-feira, Outubro 11, 2006
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07 Outubro 2006
CRISES OU OPORTUNIDADES?
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Sábado, Outubro 07, 2006
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05 Outubro 2006
Curso de Especialização em Mediação de Conflitos em Contexto Escolar
As escolas são universos onde coexiste uma enorme diversidade de personalidades. São por isso palco de diferentes interesses, desejos e necessidades. Essa riqueza pode ser geradora de conflito e mesmo de violência. A mediação, enquanto método de diálogo cooperativo, pode ajudar a prevenir e a resolver construtivamente os conflitos entre alunos, entre alunos e professores ou entre as famílias e a escola, na medida em que visa reforçar a convivialidade e a integração escolar.
de Conflitos em Contexto Escolar
25 de Outubro a 24 de Novembro de 2006
Consulte aqui
o programa completo do curso
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Quinta-feira, Outubro 05, 2006
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04 Outubro 2006
Hubert Reeves... sobre a violência.
não são um grande problema,
mas 7 mil milhões de pequenos problemas".
Hubert Reeves
Página oficial do astrofísico canadiano
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Quarta-feira, Outubro 04, 2006
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Violência... por falta de vocabulário!
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Quarta-feira, Outubro 04, 2006
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Semana da Mediação - 2ª Edição

Vamos falar de mediação - também em contexto escolar e comunitário.
Apareçam e contribuam com a V. experiência.
Todos temos a ganhar e nada a perder.
Programa completo aqui.
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Quarta-feira, Outubro 04, 2006
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A solidão... na Sociedade de Informação e Conhecimento
"Muitos de nós sentimo-nos fartos desta incapacidade de nos exprimirmos verdadeiramente e de sermos verdadeiramente ouvidos e entendidos. (...) Na apaixonante conquista da tecnologia, em especial na conquista dos meios de comunicação mundiais, e no contexto radicalmente novo do cruzamento e mestiçagem das etnias, das raças, das religiões, das modas, e dos modelos políticos e económicos que esses meios induzem, não estará secretamente a faltar-nos algo íntimo e verdadeiro, tão precioso que qualquer outra busca acabará sempre por parecer desesperada: o encontro, o encontro real entre dois seres humanos, sem jogos, sem máscaras, sem a contaminação dos nossos receios, hábitos e clichés, sem o peso dos nossos velhos reflexos e condicionalismos, e que nos arranque ao isolamento dos telefones, dos ecrãs, e das imagens virtuais?"A pedra não tem esperanças em ser algo mais que pedra,
mas ao colaborar com as suas semelhantes agrupa-se e torna-se Templo.
Antoine de Saint-Exupéry
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Quarta-feira, Outubro 04, 2006
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LER, ler, ler...
Desenvolver
Ampliar horizontes
Compreender o mundo
Comunicar-se melhor
Escrever melhor
Relacionar-se melhor com o outro
(Andréa Machado/ Edson Teixeira)
Perante isto, por meio de salteio de partes, três questões se colocam quando me proponho ler um livro:
# Por que ler este livro?
# Será uma leitura útil?
# Dentro de que contexto ele poderá enquadrar-se?
Estes livros aqui aconselhados pela Sónia, assim como aqueles que se apresentam na faixa lateral direita, DEVEM ser lidos, pelas razões acima enunciadas e por estas:
# porque me ajudam a compreender melhor as minhas atitudes, os meus sentimentos, as minhas incertezas, os meus medos;
# porque me ajudam a OUVIR os meus filhos, os meus alunos, os meus familiares e a dar resposta aos sentimentos e às necessidades dos que me rodeiam, serena e tranquilamente!
# e mais ainda: ajudam-me a entender que sou responsável por tudo o que faço e digo! Deixo de culpabilizar e violentar o outro!
Os pais e professores precisam de se juntar nesta Aventura da Educação e, em simbiose, procurar respostas para o mal-estar que os nossos filhos e alunos revelam em casa e na Escola... Acreditem que há soluções e estas começam, imaginem, no interior de um livro!!!
Obrigado, Sónia, pelas belíssimas propostas de leitura!
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Quarta-feira, Outubro 04, 2006
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03 Outubro 2006
Leituras em cnv - Pais

Num blog de professores, sendo eu filha de uma professora do ensino básico, não posso deixar de ressaltar um ponto que permanece afastado quando se fala em mudanças de política de educação - os pais.
Por isso, e porque acredito que nos devemos emancipar civicamente, fica uma sugestão de leitura para pais, professores, e todos aqueles que se interessam por estas coisas, para que a responsabilidade seja também nossa.
S.
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Terça-feira, Outubro 03, 2006
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Obstáculos ou desafios
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Pela empatia

Sebastian Picker
Empatia (Empathy), 2004
Palavras... só mais logo!
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