11 março 2008

Falamos depois...

Muitas vezes, perante um conflito, o casal tenta comunicar, persistindo na atitude ou no tom de acusação, de raiva, de intimidação, culpabilização e de desresponsabilização...
O tom exalta-se e as palavras soltam-se com uma facilidade terrível!
Esta comportamento impulsivo vive e está latente em nós. Temos muita dificuldade em coabitar com o conflito e reagimos inconscientemente.

"Si je réprime ce qu'il faudrait que j'exprime, je déprime!" Esta belíssima frase proferida por Thomas D'Ansembourg, neste excerto do vídeo abaixo, retrata, de facto, o perigo da contenção dos nossos sentimentos e necessidades: "se reprimir o que deveria exprimir, deprimo". Porém, se exprimo os meus sentimentos e necessidades da pior forma, também corro o risco de magoar e de sofrer...

É fundamental encontrarmos, então, o espaço de REENCONTRO connosco próprios, antes de dizer umas "boas verdades" ao(à) nosso(a) companheiro ou companheira. Precisamos de mergulhar nos "lençóis freáticos" das nossas necessidades e dos nossos sentimentos, identificá-los e exprimi-los correctamente, com um vocabulário claro e bem explícito...

Ainda temos muito para aprender! É difícil aprender um novo idioma, a "língua dos sentimentos e das necessidades"? É, sim, mas vale mesmo a pena...

Paulo Gonzo, na sua canção "Falamos depois..." propõe uma solução para a resolução do conflito. O que pensa desta estratégia?


Que outras formas alternativas encaro
para a resolução do conflito
dentro do casal, estando eu nele envolvido?


3 comentários:

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Esta estratégia para mim não dá. É muito dolorosa, uma vez que me tira o sono por completo e fico toda a noite a pensar no que deveria ter dito para que a situação não se tivesse arrastado até àquele momento e estivesse naquele estado!
Dificilmente os meus conflitos tomam o caminho da exaltação das palavras, muito pelo contrário, tomam o caminho do silêncio, do amuo,do desvio do olhar... por isso, a resolução passa mesmo por uma procura do espaço, do momento e fundamentalmente das palavras adequadas para quebrar o silêncio. Daí, quanto mais cedo melhor, menos dolorosa é a espera do REENCONTRO.
Nunca deixo para depois...é a minha necessidade...

Inês Conceição